O sistema de abastecimento de Manaus é composto por três Estações de Tratamento de Água (ETAs). No Complexo de Produção da Ponta do Ismael, que fica na Zona Oeste, estão localizadas a ETA 1 – Sistema de Flotação – e ETA 2 – Sistema de Decantação. Elas são responsáveis por abastecer 80% da cidade de Manaus. A ETA Mauazinho fica no bairro de mesmo nome, na Zona Sul da capital. A Manaus Ambiental possui, ainda, uma média de 41 Centros de Produção de Águas Subterrâneas (CPAs) em operação, além de ser a responsável pela distribuição de água do Programa Águas para Manaus (PROAMA) – Complexo Ponta das Lages, situado na Zona Leste.

A Manaus Ambiental produz hoje 630 milhões de litros de água por dia, quantidade suficiente para abastecer o dobro da população manauara.

No primeiro semestre de concessão foi implantado o Centro de Controle Operacional (CCO) localizado no Complexo de Produção da Ponta do Ismael, Zona Oeste. Contando com equipamentos de última geração, o CCO da Manaus Ambiental monitora desde a captação até a distribuição de água por meio do sistema de software para supervisão e controle remoto da rede da concessionária. Em três anos de operação, a empresa alcançou 96% de cobertura com rede de distribuição de água na cidade.

Na área de esgotamento sanitário, a Manaus Ambiental possui uma extensão de 479 quilômetros de redes coletoras associadas a 62 estações de tratamento de esgoto e 56 elevatórias, subdividindo-se em dois sistemas: um que abrange o centro da cidade e partes dos bairros Educandos, Morro da Liberdade, Santa Luzia e adjacências, que é chamado de sistema integrado, e outro formado por vários sistemas isolados dispostos ao longo de toda a cidade, como é o caso de conjuntos habitacionais e residenciais que possuem o serviço operado pela concessionária.

Atualmente o serviço de coleta e tratamento de esgoto está disponível para atendimento de quase 20% da população, o que equivale a aproximadamente 400.000 habitantes. No entanto, uma média de 200.000 pessoas ainda não aderiram ao sistema, mesmo tendo a rede de coleta disponível em frente às residências, o que representa um dos grandes desafios da concessionária nos próximos anos.

Após passar por todo o processo de tratamento, o efluente atende a 100% dos padrões estabelecidos nas legislações ambientais, sendo descartado em um corpo receptor mais próximo, que pode ser um rio ou igarapé.

Até o final da concessão, R$ 3,4 bilhões devem ser aplicados, não só em abastecimento de água, mas também em esgotamento sanitário. O objetivo é elevar o índice de tratamento de esgotos para 90% até 2045.

De todos esses investimentos previstos, os destinados à universalização dos serviços de esgotamento sanitário corresponderão a R$ 2,2 bilhões em 30 anos, com a construção de nove grandes complexos de estações de tratamento de esgoto.

 

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