Águas da Imperatriz instalou três medidores de vazão planejados para o sistema de abastecimento do município. Ao todo, serão instalados 13 equipamentos que têm a finalidade de manter a distribuição de água dentro dos padrões estabelecidos pelo Manual de Procedimentos para a Prestação dos Serviços Públicos de Saneamento Básico – AGENERSA Nº. 115/2007. Eles foram colocados em pontos estratégicos para assegurar, além do controle da distribuição, a identificação de possíveis perdas.
Os primeiros dispositivos foram instalados na saída de água tratada da Estação de Tratamento de Água (ETA) Rio Preto, na saída de água tratada do Sistema Jacarandá e em uma das saídas de água tratada do Reservatório Prata. Nestes pontos, é possível medir 80% de todo o volume de água disponibilizado pela concessionária.
O gerente de Operações da Águas da Imperatriz, Neylton Maluf, ressalta que o investimento nesses novos equipamentos integra o conjunto de melhorias projetadas para o município, que já conta com uma série de ações para modernização e ampliação dos sistemas.
“Os medidores de vazão são equipamentos que conseguem aferir em tempo real a vazão, ou seja, o volume de água que passa por uma tubulação em um intervalo de tempo. São imprescindíveis para o cálculo do volume que é disponibilizado para a população e para aferição do número real de perdas da concessionária. Após instalados e com as informações controladas, servirão como base para direcionamento dos investimentos no combate às perdas, trazendo diversos benefícios para a concessionária, sociedade e meio ambiente” – Neylton Maluf, gerente de Operações.
Para o superintendente da concessionária, Jackson Pires, um dos principais desafios é a redução das perdas de água e as ações reforçam o compromisso da concessionária em trazer a melhor tecnologia para o saneamento básico na cidade.
“Estamos investindo em eficiência operacional para assegurar um melhor serviço prestado aos clientes. A redução de perdas no sistema significa menos impacto ambiental, já que possibilita a retirada de menos água dos mananciais e dessa maneira, assegura o uso adequado dos recursos naturais” – Jackson Pires, superintende da Águas da Imperatriz.