O Grupo Águas do Brasil participou da webinar “Universalização do Saneamento: caminhos para o financiamento do setor”, uma iniciativa da Abcon Sindcon e da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia. O evento, transmitido no YouTube no dia 30 de março, contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do Grupo e do Conselho da Abcon, Carlos Henrique da Cruz Lima, e do diretor Administrativo-Financeiro do Grupo, Marcelo Mota. O evento tratou de temas, como oportunidades no setor de saneamento, papel dos bancos em seu desenvolvimento e financiamento, e a percepção dos operadores.
Carlos Henrique fez a abertura da live falando sobre como a escala dos projetos de saneamento básico mudou, pois, atualmente, fala-se de grandes licitações, através de leilões movidos pela transparência e lisura dentro de um ambiente de compliance, e calcados em estudos técnicos e econômicos para demonstrar suas viabilidades.
“Este é o momento certo e fundamental a nós operadores para termos a oportunidade de reunirmos dois pontos: os bancos públicos de fomento e desenvolvimento tradicionalíssimos nesse mercado – com a expectativa de continuar a vê-los como verdadeiras âncoras no funding desses projetos, emprestando seu selo federal de garantia -, e os diversos agentes financiadores privados – bancos, fundos, investidores em geral, além das agências multilaterais. Todos imprescindíveis para o atingimento da meta da universalização dos serviços imposta pelo novo marco, que é ousada, mas totalmente factível” – Carlos Henrique da Cruz Lima, presidente do Conselho de Administração do Grupo e do Conselho da Abcon.
Marcelo Mota participou da Mesa 3 – Percepção dos Operadores, e afirmou que, com o estabelecimento do Marco Legal, principalmente com os projetos que estão sendo modelados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS), o setor teve uma mudança muito relevante na dimensão dos projetos.
“O setor de saneamento, comparativamente com o setor de eletricidade e rodovias, é mais imaturo. Então, necessitamos de algumas soluções que já foram aplicadas anteriormente para este setor, no entanto, acredito que é uma linha evolutiva. Precisamos desse suporte inicial, mas, de fato, acho que, ao longo do desenvolvimento de mercado de saneamento, teremos diversas soluções, tanto de investidores de equity, quanto de compradores de papéis de dívidas, que vão colaborar no equacionamento das soluções dessa demanda relevante que temos” – Marcelo Mota, diretor Administrativo-Financeiro do Grupo Águas do Brasil.

