A superintende de Inovação, Luciana Parente, e o diretor de Águas de Juturnaíba, Carlos Gontijo, participaram, no dia 26 de outubro, do KMBrasil 2023 – Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento. Os gestores participaram do painel on-line “Os desafios da economia circular e de baixo carbono no setor de saneamento” e apresentaram os avanços do Grupo em relação a saneamento e a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Ponte dos Leites, localizada em Araruama.
Luciana Parente destacou que inovação está no DNA do Grupo Águas do Brasil, por ser uma das primeiras empresas privadas de saneamento do país. Para a superintendente, a inovação está diretamente atrelada a qualidade do serviço prestado e aos resultados alcançados. Um exemplo dessa inovação é a ETE Ponte dos Leites, que usa a inovação para transformar seus resíduos e oferecer um tratamento mais sustentável, alinhada aos 8 ODS prioritários aderidos pelo Grupo, com destaque para o ODS 6 (Água Potável e Saneamento) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Luciana ainda falou sobre a importância da iniciativa das equipes para criar soluções inovadoras e sustentáveis para o negócio.
Carlos Gontijo mostrou em detalhes a realidade da ETE Ponte dos Leites e como os processos implementados na unidade impactam diretamente o meio ambiente do estado do Rio de Janeiro e a vida da população de Araruama. O diretor destacou que, com a inauguração da ETE, o Rio de Janeiro tem um novo parâmetro de estação, que prova que é possível tratar esgoto de forma cada vez mais sustentável.
A estação possui equipamentos de última geração em um espaço de 11 hectares, equivalente a 11 campos de futebol. A unidade comporta duas unidades de tratamento preliminar mecanizados, dois reatores aeróbios de batelada sequenciais, e três lagoas de Wetlands – sistema de tratamento de esgoto por meio de plantas.
Ponte dos Leites tem como seu principal diferencial o aproveitamento do logo gerado na unidade para gerar mais de 800 tijolos ecológicos por dia, que são usados no paisagismo da própria ETE. Além dessa produção, o lodo da estação também vira biossólido, utilizado no reflorestamento de matas ciliares na região. Até o momento, a concessionária já reflorestou 23 hectares com o projeto Ybirá.
O evento, realizado ao longo de três dias, trouxe casos de sucesso de Gestão de Conhecimento, trabalhos científicos e painéis de discussão para pesquisadores, profissionais, consultores, e professores dos setores privados, governo e terceiro setor. O painel também contou com o gerente de Pesquisa e Inovação da Sanepar, Gustavo Possetti, que falou sobre as experiências de circularidade no setor de saneamento ambiental do Paraná.
