
No fim da tarde, Carlos Eduardo participou do Diálogo Setorial com o tema “Os desafios da regulação da prestação de serviços”. Também participaram do painel o especialista sênior em água e saneamento do Banco Mundial, Marcos Thadeu Abicalil, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, e o diretor de Regulação Técnica e Fiscalização da ARSESP, Helio Luiz Castro. O diálogo foi coordenado pela diretora da Abes-SP, Marisa de Oliveira Guimarães.
“Participar do Painel foi uma excelente oportunidade para compartilhar com outros representantes do saneamento as experiências vividas pelas empresas do Grupo quando se trata da fiscalização da qualidade dos serviços, dos reajustes anuais para correção das tarifas e das revisões ordinárias e extraordinárias voltadas para a manutenção do equilíbrio do contrato”, disse Carlos Eduardo.
Na parte de trabalhos técnicos, o engenheiro de controle e automação do Grupo, Andrews Caetano, da EGN, mostrou, no dia 4, o projeto de eficiência energética implantado na Estação de Tratamento de Água (ETA) Juturnaíba, da concessionária Águas de Juturnaíba.
No dia 5, o engenheiro ambiental Rodrigo Pereira, da superintendência e Pesquisa e Tecnologia, apresentou a concepção e os resultados operacionais da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Maria Paula, da concessionária Águas de Niterói.
No estande da Abcon / Sindcon, o gerente de Operações da concessionária Águas de Juturnaíba, Felipe Vitorino, fez uma apresentação, no dia 3, sobre Gestão sustentável de resíduos de ETE com processo de zona de raízes (constructed wetlands) feita na ETE Ponte dos Leites, em Araruama.
No dia 5, o coordenador de Operações de Águas do Imperador, Fabiano Sutter, encerrou a participação do Grupo com a apresentação Saneamento sustentável – A utilização de biossistemas e educação ambiental em comunidades de baixa renda (biodigestores).
Participaram do evento mais de 4.000 congressistas técnicos vindos de todos os estados brasileiros, no Congresso da ABES, além de uma visitação para a Fenasan de mais de 20.000 profissionais de todo o Brasil e do exterior, com cerca de 200 expositores de equipamentos, serviços e novas tecnologias para o setor de saneamento e seus segmentos.
Concessionárias do Grupo são destaque no Ranking da Universalização do Saneamento da ABES
As cidades de Niterói e Votorantim, que têm os serviços de saneamento básico geridos por empresas do Grupo Águas do Brasil, foram destaque do Ranking da Universalização do Saneamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). A publicação foi lançada no dia 3 de outubro, durante o Congresso ABES Fenasan 2017.
No estudo, foram avaliados 231 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes nos itens abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, coleta de lixo e destinação de resíduos. As cidades foram classificadas em 3 faixas: Rumo à universalização (14), Compromisso com a universalização (41) e Primeiros passos para a universalização (176). Também foram considerados os números de internações por doenças advindas da falta de saneamento. Segundo o ranking, seis dos 14 municípios que estão em melhores condições para universalização do serviço possuem gestão da iniciativa privada.
Com os serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto sob responsabilidade da Águas de Niterói desde 1999, a cidade de Niterói (RJ) foi a única do Rio de Janeiro que apareceu no ranking “Rumo à Universalização”. Antes da chegada da concessionária, a cobertura de água era de 72% e a coleta e tratamento de esgoto chegavam a apenas 35% da população. Hoje, 100% da cidade é atendida com fornecimento de água e 93,1% têm cobertura de esgoto. A rede de esgoto será universalizada nos próximos anos com a conclusão das duas últimas estações de tratamento de esgoto do município.
A cidade de Votorantim (SP), da Águas de Votorantim, também apareceu no ranking. O abastecimento de água chega hoje a 96,4% da população, enquanto o esgoto tratado chega a 95,4%. Antes da chegada da concessionária, em 2012, o esgoto tratado chegava a apenas 60% da cidade. Os serviços serão universalizados nos próximos anos.
O ranking é uma composição dos indicadores de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e coleta e destinação dos resíduos sólidos nos municípios. Quatro dos indicadores foram obtidos diretamente do SNIS. A exceção ficou com o indicador de destinação adequada de resíduos sólidos desenvolvido para este estudo a partir da combinação de informações existentes no SNIS.
Veja a pesquisa completa em: http://abes-dn.org.br/?p=13228.

