ETE Potunduva entra em fase final de implantação

Águas de Jahu implantou as tubulações dos coletores-tronco nos córregos das Araras e Água Branca, no distrito de Potunduva, restando agora a finalização da construção das três estações elevatórias que farão o bombeamento do esgoto bruto até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Potunduva, que tem previsão para ser concluída em julho deste ano. Essas obras fazem parte da total despoluição da bacia hidrográfica de Potunduva, que será completada com o início da operação da ETE.

Com investimento aproximado de R$ 10 milhões, a estação terá capacidade média de tratar 90 mil litros por hora, atendendo com folga a população atual do distrito e seguindo os padrões e exigências legais no âmbito federal e regional. Com a implantação da estação e dos coletores-tronco nos córregos do distrito, o município atingirá a marca de 98,8% de esgoto tratado. A cidade está caminhando para a universalização do tratamento de esgoto de Jaú. Ainda em 2019, Águas de Jahu deve implantar as ETEs Pouso Alegre de Baixo e Vila Ribeiro, totalizando 100% de esgoto coletado e tratado no município.

“Isso é um marco para Jaú, pois poucos municípios brasileiros contam com 100% de distribuição de água tratada e 100% de esgoto coletado e tratado. Temos a satisfação de fazer parte diretamente desse legado para a qualidade de vida da população jauense. Sabemos de nossa responsabilidade de continuar prestando bons serviços, acompanhando o crescimento da cidade e ampliando os sistemas de água e esgoto, sempre que necessário”, destaca o superintendente da concessionária, Ivan Mininel.

De acordo com Mininel, nesta etapa da obra foram implantados cerca de 3,5 quilômetros de coletores tronco às margens dos córregos, que serão ligados às três estações elevatórias, para transportar o esgoto para a ETE Potunduva. Na próxima semana, também será instalada a treliça de travessia do córrego das Araras.

Hoje, os imóveis do distrito contam apenas com a coleta e o afastamento do esgoto. Com as obras, o esgoto será coletado e direcionado para a ETE, onde será feito o tratamento, despoluindo, assim, os córregos Água Branca e o Araras.

Segundo Mininel, as obras da ETE estão seguindo em ritmo acelerado, com grande parte das fases já concluídas, como a implantação do sistema de tratamento preliminar automatizado, as bases de equipamentos, a parte civil do tanque de lodo, a construção das bases e contenções dos tanques de alcalinizantes, tanque coagulante, tanque de água de reúso e do gerador de energia.

Atualmente, está em construção o sistema de gradeamento manual e desarenador, que serve para a remoção de sólidos grosseiros e areia. Está em fase final a construção civil do prédio de administração, painéis e estocagem de produtos químicos e do tanque de desinfecção. A concretagem do biorreator está na quinta etapa, de sete no total.

Os equipamentos necessários para a operação plena do sistema, como sopradores de ar (reator biológico), bombas das elevatórias, tratamento preliminar integrado, sonda de oxigênio, medidor de vazão, entre outros, serão controlados remotamente e monitorados no Centro de Controle Operacional (CCO) da concessionária. A automação da ETE permite melhor controle sobre os processos, garantindo, assim, sua eficiência e segurança operacional.

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