A diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Marilene Ramos, representou o Grupo Águas do Brasil no encontro ‘Cidades Verdes – 10 anos: ESG na Construção de Cidades Sustentáveis”, que aconteceu no dia 5 de julho, no Centro de Convenções da Firjan, no Centro do Rio de Janeiro. O debate, dividido em quatro temas – mudanças climáticas, saneamento, mobilidade e energia -, teve como objetivo propor caminhos para construção de metrópoles sustentáveis e a melhoria da qualidade de vida da população.

Marilene integrou a segunda parte do debate, intitulado ‘Saneamento e Gestão de Resíduos: Fortalecendo a Resiliência das Cidades’. A mesa foi composta, ainda, pelo professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Gesner Oliveira, a socióloga e ex-deputada, Aspásia Camargo, e o diretor-presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), Leonardo Soares.

 

“Não existe sustentabilidade sem saneamento, sendo este um princípio fundamental para a dignidade humana. Nós temos uma perspectiva muito boa pela frente: são mais de 30 bilhões em investimentos até 2033 para a universalização de água e esgoto. Em 1º de agosto, entra em operação a Rio+Saneamento, que vai contemplar 18 municípios, sendo 22 bairros da Zona Oeste do Rio. Isso significa que, em um curto espaço de tempo, teremos uma mudança significativa na qualidade de água dessa população. Como exemplo de um excelente trabalho desenvolvido, temos Niterói, que é um município onde a água e o esgoto foram universalizados. Então, eu acredito que, se acontecer no restante do Rio de Janeiro a mesma coisa, estaremos muito bem em relação ao saneamento no estado” – Marilene Ramos, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Grupo Águas do Brasil.

Idealizado por Alfredo Sirkis e mediado por um time de jornalistas especializados – Cristina Serra, Giane Gatti, Emanuel Alencar e Sônia Araripe -, o evento foi realizado pelo Instituto Onda Azul, em parceria com a Firjan e a BandNews. Além disso, contou com apoio da Coppe-UFRJ, ANAMMA, C40 e ICLEI, já sendo considerado um marco na agenda do desenvolvimento sustentável.

  

 

“O saneamento é um grande passo, mas precisamos ir além. E o cidadão também pode ajudar, os moradores da cidade têm que fazer a sua parte, têm que olhar para a questão do lixo, não jogar o lixo nos rios, não jogar o lixo em qualquer lugar. As pessoas têm que cobrar das autoridades, acompanhar a implantação desses serviços, para que de fato a gente possa construir uma nova cidade, uma nova Baía de Guanabara e possamos resgatar o meio ambiente”, concluiu Marilene.