A diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Grupo, Marilene Ramos, e o gerente de Operações da Águas de Niterói, Andre Malhano, participaram, no dia 1º de abril, do 2º Encontro Técnico sobre Alternativas de Abastecimento Hídrico da Região Leste da Baía de Guanabara. O evento, realizado presencialmente no Instituto Federal Fluminense – Campus Itaboraí e transmitido ao vivo pelo canal do Inea no YouTube, teve como objetivo fortalecer o diálogo intersetorial e promover a cooperação em busca de soluções sustentáveis para o fornecimento de água na região.
Marilene Ramos começou sua fala, na mesa de abertura sobre a segurança hídrica, destacando o início da operação do Grupo Águas do Brasil em Niterói. Quando a concessionária Águas de Niterói começou os serviços em 1999, ela comprava 1800 litros de água por segundo da CEDAE. Após três anos, a empresa conseguiu universalizar o abastecimento sem precisar aumentar a vazão de água comprada.
Marilene relembrou ainda que, no último ano, a região da Bacia do Rio Macacu passou por dois momentos de escassez hídrica, o que impacta diretamente no serviço prestado à população. A diretora também reforçou a importância e de buscar um objetivo em comum e fazer acontecer: proteger os mananciais e garantir a segurança hídrica.
Andre Malhano participou da última sessão do dia – uma roda de diálogo com o tema “Desafios e soluções para a segurança hídrica do abastecimento da região”. Ao lado de representantes das concessionárias CEDAE, Águas do Rio e Fontes da Serra, o gerente da Águas de Niterói começou destacando os bons resultados da concessionária ao longo dos 25 anos de operação. Atualmente, Águas de Niterói já alcançou 100% de abastecimento de água e 95,6% de cobertura de esgoto, além de um índice de perdas abaixo de 25%, número bem inferior à média nacional.
A concessionária investe, principalmente, em infraestrutura de automação e no combate a perdas na distribuição de água. Um dos focos da Águas de Niterói é a setorização, os pontos de pressão e o trabalho voltado para comunidades locais. Andre Malhano ainda destacou a telemetria para combate rápido dos vazamentos, monitorados pelo Centro de Controle Operacional (CCO).